quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Pessoas que fazem toda a diferença


Oi people, bom dia! Ou melhor, oi pessoal, good morning! (risos)

Não sei se já comentei, mas adoro fotos! Quando paro pra olhar meus álbuns antigos viajo. Penso em muitas coisas, nas amizades, nas pessoas que já se foram, na alegria registrada no exato momento daquela fotografia. É lindo!

E hoje, enquanto eu revia milhares de fotos, vi uma muito engraçada. Eu e minha amiga Viviane Chaves. Ah, gente, eu chorei de saudades! Chorei mesmo! Mesmo e mesmo! É impressionante o que uma amizade verdadeira provoca em nosso coração, né?

Pois é, a Vivi, assim como a Alê, a Neri, a Alzelita e a Eliane (pessoas das quais já falei aqui nesse nosso cantinho, assim como outras de quem ainda falarei), é uma dessas, que fazem toda a diferença na minha vida. E, creio, na vida de muitos.

Bom, assim como as outras já citadas, essa minha amiga do peito, muito me ensinou durante o tempo que convivemos. Ai você deve estar falando: “Mas essa Ana Cleide só vive falando que aprendeu com as pessoas...” E é verdade, eu aprendo e muito com as pessoas. Especialmente as que têm muito para ensinar sobre as ‘Coisas do Alto’.

Eu e a Vivi trabalhamos juntas em uma equipe por um tempo. Depois a nossa equipe de seis pessoas se resumiu a nós duas. Foi um tempo difícil, trabalhamos muito, mas foi também um tempo de bastante aprendizado e crescimento espiritual.

Vivemos, literalmente, aquela passagem que diz “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante.” (Eclesiastes 4:9-10).

E, muitas vezes uma levantou a outra. Chorávamos juntas, orávamos e compartilhávamos as coisas de Deus e ríamos também... Claro, especialmente quando uma certa Elisângela Salaroli estava por perto(mas eu falo dessa outra mulher de Deus especial num próximo post).

E, uma das minhas mil conversas com a Vivi vem sempre a minha mente. Isso porque eu, com meu temperamento sanguíneo (que está sendo transformado pelo Espírito Santo), vivia estressada. Aí, vejam bem o que essa menininha que eu vi estagiária e depois uma jornalista me falou em uma das nossas conversas:

Eu: -Ai Vivi eu queria tanto ter os frutos do Espírito!

Ela: -Ana, você já os tem. Afinal, o Espírito Santo habita em você e se Ele habita em você, os Seus frutos estão aí, no seu interior, basta exercitá-los.

Gente, que coisa tremenda, não?! Desde essa nossa conversa tenho tentado exercitar isso. Algumas vezes com sucesso, outras nem tanto, mas não desisto. E a Vivi é um exemplo pra mim não só por me revelar coisas tão profundas, mas por ser uma amiga carinhosa e dedicada, sempre pronta a ministrar pérolas preciosas ao meu coração.

É impressionante e pode parecer besteira para algumas pessoas, mas sempre que nos falamos ao telefone não conseguimos conter as lágrimas. É um chororó só. Isso porque entendemos que, apesar da distância física, estamos ligadas para sempre em Jesus.

E pra finalizar, não posso deixar de colocar esse texto para meditarmos:

“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.” (Gálatas 5:22 - 23).
FOTO: Vivi e eu.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Mais e mais missões...

Na última postagem eu compartilhei um pouco sobre o meu primeiro 'encontro' com missões. Você deve estar se perguntando: “Onde andava Ana Cleide que nunca havia ouvido falar em missões?”. É claro que, como cristã há mais de dez anos, eu já havia ouvido falar em missões, mas o que eu quis explicar foi que, antes eu ouvia falar, mas a partir do meu contato com a Neri, passei a viver e, mais do que isso, a amar.

Ai entra na minha vida uma segunda pessoa, também muito apaixonada por Jesus, cheia de amor pelas vidas e por missões. Essa é minha grande e querida amiga Alessandra Oliveira. Que, durante os dois anos que trabalhamos juntas, me ensinou muito sobre o reino de Deus.

Com ela eu chorei, sorri, aprendi, levei bronca e ganhei muito colo! Sem contar nas horas dedicadas à oração e a leitura da Bíblia ao meu lado! Realmente uma mulher de Deus que me dizia todos os dias: “O Senhor tem um propósito para todas as coisas, por isso, aproveite esse seu tempo aqui, pois ele vai acabar e Deus vai te capacitar para outras coisas”.

E, nessa jornada com a Alê, eu conheci o Ministério Portas Abertas, tive o privilégio de entrevistar o Secretário Geral e o Correspondente Internacional do Ministério Douglas Mônaco e Hector Tamez, respectivamente. Entrevistas que me deram mais do que um suporte no currículo, mas um crescimento espiritual. Afinal, estamos falando de Igreja Perseguida e da necessidade de se deidicar a missões.

E, a Alê sempre me surpreendia. Um dia ela chegou com um livro e me disse: "Leia, você vai gostar!" Tratava-se de 'O Contrabandista de Deus', que conta a história do irmão André, fundador do Portas Abertas. Um dos melhores livros que já li até hoje, que me fez chorar, sorrir e entender que, quando Deus tem um propósito, nada pode frustrá-lo, nem nos mesmos.

E é isso... Minhas aventuras com a Alê não acabaram por aí... Foram muitas e, graças a Deus, ainda são... Nós não deixamos de nos falar, de nos amar e, principalmente, de compartilhar as coisas de Deus! Ela é uma missionária, pois o que faz, pouquíssimas pessoas fazem: Doar! E essa doação inclui tempo, recursos, amor.

E pra finalizar eu deixo um texto que me faz lembrar muito tudo o que aprendi com a essa grande mulher de Deus:
Tiago 2:18-26 "18 Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. 19 Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem. 20 Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? 21 Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? 22 Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada. 23 E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus. 24 Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé. 25 E de igual modo Raabe, a meretriz, não foi também justificada pelas obras, quando recolheu os emissários, e os despediu por outro caminho? 26 Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta."
FOTO: Eu e Alê

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Aprendendo a amar missões...

Há algum tempo atrás, não muito, uns dois anos mais ou menos, conheci uma pessoa muito especial. Dessas que são únicas e verdadeiras, que se doam, que entendem a dor do outro... Uma irmã com quem aprendi, e ainda aprendo muitas coisas. E uma das coisas que ela me ensinou foi o ‘amar missões’.

Com o seu jeito apaixonado de falar das coisas de Deus, ela me cativou e me descortinou um mundo que eu conhecia de ouvir falar, mas não na sua totalidade. E quando essa irmã falava de missões, seus olhos brilhavam e ainda brilham. Isso foi me fazendo entender que é preciso amar as vidas (as de perto e as de longe).

Através da vida da minha amada amiga Neri Aquino Deus começou a me mostrar que missões estão, realmente, no Seu coração e devem estar nos nossos. E um dia, em uma das nossas conversas, essa menina, pequenininha em estatura, mas grande diante das 'Coisas do Alto', me disse: ‘Ana, você tem um coração missionário’. Eu ri e depois chorei.

E, desde esse dia, tenho me dedicado a aprender mais de Deus e a me doar mais nessa causa, que não é de um, dois ou três, mas de todos os cristãos. E me lembrei hoje de uma coisa que aconteceu comigo assim que me converti e que nunca mais saiu do meu coração e quero compartilhar com você:

Depois de minha conversão passei por algumas lutas (isso é natural na vida de todos, eu acho). E, um dia, estava indo trabalhar e, enquanto o ônibus atravessava a Ponte Rio-Niterói eu falei com Deus: “Senhor, eu te aceitei, mas o Senhor não me aceitou. Eu devo ser muito pecadora mesmo”... De repente um carro parou ao lado de minha janela e eu pude ler a seguinte mensagem no adesivo: ‘Ora que melhora, leia João 15:16’.

Como eu estava sem a Bíblia naquele momento anotei o versículo e, ao chegar no trabalho, peguei a de uma amiga e li. E nunca mais eu esqueci essa experiência linda e tão importante pra mim naquele momento. O próprio Senhor me respondeu: ‘Não fostes vós que escolhestes a mim, pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome eu vo-lo conceda”.

Hoje eu entendo que esse ‘vades e deis frutos’ é uma forma do Pai dizer: Seja um missionário! Não apenas na África ou em outro país, mas por onde você passar (no seu local de trabalho, na sua faculdade, na sua academia, na sua rua, no seu bairro). E é isso o que estou tentando fazer.

Fico devendo uma foto da Neri, ok?

Vou ficando por aqui!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Sobrinhos do coração





Uma das minhas maiores frustrações quando criança era o fato de que nunca teria sobrinhos. Isso porque meus pais não me deram os irmãos que sempre desejei, sonhei e, pelos quais, muitas vezes chorei... É triste não ter um irmão pra brincar, brigar e ter que ir sempre à padaria. (risos)

Bom, mas o tempo foi passando e descobri que esta frustração, poderia ser amenizada. Afinal, que tolice, nós, os filhos únicos, sempre teremos os sobrinhos do coração. Aqueles que ‘adotamos’. Filhos das primas, amigas e tias, que aprendemos a amar muito e a cuidar também.

Eu tenho muitos: Isabela, Letícia, Miguel, Natã... Mas quero falar de dois Victor’s! Filhos de Alzelita (amiga das aventuras e desventuras da adolescência) e Eliane (amiga das alegrias e dissabores da profissão)...

E esses dois Víctor’s, filhos de minhas melhores amigas, não têm só o nome em comum, mas a alegria no olhar, a vivacidade e, segundo as suas mães, se parecem muitoooo comigo! Já sabem, são muito inteligentes! (risos) E eu descobri, eles são mais que sobrinhos, são filhos do coração! E isso, dito por suas próprias mães. Leiam as declarações delas:


Alzelita: Victor é muito inteligente! Nossa, ele é esperto, falante, brincalhão e tem resposta pra tudo. Acho que ele não é meu filho não, é filho de Ana Cleide! Tem respostas na ponta da língua!

Eliane: Esse Victor é demais! Adora dançar, fala que é uma beleza! Nem parece meu filho, acho que é filho de Ana Cleide. Presepeiro igualzinho a ela. Também, nasceram na mesma data né???

Ai, ai... Eu me sinto! Mais do que tia, eu tenho o título de 'mãe', mesmo que de brincadeirinha, de duas crianças lindasss! E quer saber? Me sinto meio responsável por esses dois meninos adoráveis também!

FOTOS: Esquerda: Víctor e Alzelita/Direita: Víctor e Eliane

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O que faremos?!

Depois de ficar um longooo período sem escrever, resolvi voltar e compartilhar com vocês, irmãos em Cristo e amigos, bênçãos, batalhas, vitórias... Enfim... As ‘Coisas lá do Alto’. E, espero, de coração, que consigamos caminhar mais algumas milhas em nome de Jesus e para louvá-lO!

Começo esta nossa etapa chamando a atenção de vocês para uma questão que tem movido muito o meu coração: Missões! Por todo esse período em que estive afastada do blog, não me afastei das coisas de Deus e, uma delas, é a questão de missões.

Leia abaixo uma declaração do Secretário Geral do Ministério Portas Abertas, Douglas Mônaco:

“Muitas pessoas desconhecem, mas no século 21, cristãos continuam a ser presos pela mesma razão que Paulo tinha sido. Nos 50 países mais intolerantes ao evangelho, irmãos e irmãs são discriminados, hostilizados, maltratados, aprisionados, executados, assassinados. Se não falarmos deles em países abertos, como o Brasil, vamos acabar crendo que tudo está bem na Igreja do mundo todo e que o que resta ao crente do século 21 é ficar rico, exigir milagres, congratular um ao outro e esperar que o mundo acabe logo. O evangelho é ruptura com o mal e o mal se levanta contra os que o rejeitam. Temos de nos engajar com os que estão na linha de frente desta luta.”

Forte, não é?! Pois é! E, para que continuemos a refletir sobre essa questão quero falar só mais uma coisinha: Um dia desses, enquanto eu e Rodrigo íamos para Araruama, vi um cartaz enorme na estrada com a seguinte mensagem: ‘Missões, há três coisas que podemos fazer: Fugir, ficar olhando ou fazer algo’.

Ficam as perguntas: O que faremos? Vamos fugir? Vamos ficar olhando? Ou faremos algo?

Até breve!

domingo, 19 de julho de 2009

Gratidão

O Dicionário Aúrélio diz que gratidão é o ato de reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc. E, eu, Ana Cleide, posso ter defeitos, viver ansiosa e ficar irritada algumas vezes, mas nunca esqueço o que uma pessoa fez por mim.

Fico chocada quando percebo a ingratidão! E, o que é pior, sempre presencio essas situações, não só comigo, mas com o outros irmãos. A pessoa se doa, abençoa, faz e acontece e a outra não está nem aí, age como se nada tivesse sido feito por ela ou, pior, que o que foi feito não passasse de uma obrigação daquele que fez.
Enquanto lia a Bíblia e orava, perguntava (no meu interior) o que faz uma pessoa ser tão ingrata e pedia a Deus que nunca me deixasse esquecer de nenhum dos Seus benefícios dispensados a mim aqui nessa terra. E busquei alguns textos que expressassem esse sentimento tão lindo que é o ser grato!

Rute (Rt 2.10): Ela agradeceu o favor de Boaz em permitir-lhe que colhesse em seus campos. Pela Lei, os pobres e estrangeiros teriam o direito de colher as espigas das colheitas nos campos do povo de Deus, mas nem todos cumpriam a Lei. Rute foi grata pelo favor de Boaz, e isto revelou a ele a beleza do seu coração convertido, apesar de ser mulher moabita.

2. Gratidão do povo pela coragem de Jônatas (1Sm 14.45): Jônatas arriscou a sua vida, indo à guarnição dos filisteus e trouxe vitória para Israel.

3. Davi (2Sm 9.1): Davi e Jônatas tinham uma aliança e haviam jurado fidelidade por meio de suas gerações. Mesmo Jônatas sabendo que para Davi reinar ele teria de morrer, demonstrou-lhe amor e fidelidade enquanto viveu (1Sm 18.3-4). Com a morte de Jônatas, Davi procurou os seus descendentes para retribuir com honra pela amizade de Jônatas. Ele tratou a seu filho Mefibosete, que era aleijado dos pés, e o colocou em sua mesa real (2Sm 9.1-11).

4. Eliseu e a Sunamita (2Rs 4.13): Reconhecimento pelo carinho com o profeta de Deus, dando lhe hospedagem em sua casa (2Rs 4.8-11).

Apesar de não citar nomes, pois Deus conhece, eu tenho muita gratidão por algumas pessoas, umas que compartilham a mesma fé que eu e outros que não, mas que não deixam de ser amadas. Pessoas que, muitas vezes, me ampararam, me ajudaram, abençoaram e, nunca, desistiram de mim.

A vocês, amigos amados, meu MUITO OBRIGADA!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Livros!

Nossa, eu amo ler! Não consigo, realmente, viver sem uma boa leitura! Claro que o que é bom para mim, pode não ser bom para você! Mas me atrevo a dizer que têm alguns livros que são leitura obrigatória!

Mas quando o assunto é livro, realmente sou suspeita para falar! Eu leio desde gibis à livros técnicos. Sério mesmo! Claro que os primeiros são mais divertidos, mas os segundos, muitas das vezes, necessários.

Bom, mas eu leio mesmo! Já li Sabrina, Júlia e Bianca (e ainda leio de vez em quando). Li todos os clássicos da literatura... Enfim, já li e continuo lendo muito! E hoje comecei a reler o livro Senhora (José de Alencar)...

Trata-se de um belo romance entre Aurélia Camargo e Fernando Seixas, que leva o leitor a refletir a respeito da influência do dinheiro nas relações amorosas e principalmente, sua influência nos casamentos da época.

O romance divide-se em quatro partes, que correspondem às etapas de uma transação comercial: O Preço, A Quitação, A Posse e O Resgate. E se você não gosta de ler, mas adora novelas, pode perceber em ‘Caras e Bocas’ essa relação entre Nicky e Milena. Eu percebi porque conheço a história do livro.

Isso me deixa feliz! Identificar em uma novela, que nem assisto, uma situação descrita em um livro que já li. Devo ressaltar que essa não foi a primeira vez que isso aconteceu. E, sempre que acontece, eu me sinto mais encorajada a ler e compreender nas entrelinhas de novelas e filmes, aquilo que as palavras já me revelaram outrora...
Vou ficando por aqui!