terça-feira, 11 de maio de 2010

Histórias que chocam - Parte 2...


A denúncia contra a procuradora Vera Lúcia Sant' Anna Gomes foi feita pelo Ministério Público, que pediu sua prisão preventiva pelo crime de tortura. Os promotores responsáveis pela acusação, afirmam que ela submeteu a criança "a intenso sofrimento físico e mental, agredindo-lhe de forma reiterada, como forma de aplicar-lhe castigo pessoal".

A criança havia sido adotada em 14 de março. No último dia 15, uma equipe da Vara da Infância, acompanhada de uma juíza, uma promotora e oficial de Justiça, foi à casa da procuradora. Machucada, a menina foi levada para o hospital municipal Miguel Couto, na Gávea (zona sul). Com os olhos inchados, ela precisou ficar três dias internada.

Segundo o advogado Jair Leite Pereira, que defende a procuradora, sua cliente nega as acusações. Ela afirma que a procuradora quis impor sua vontade para poder educar, mas admitiu não compreender a atitude da cliente. "É estranho, mas ela não agrediu ninguém, isso eu posso garantir porque eu conheço ela há mais de 20 anos", disse.

Mais um caso de violência contra criança e mais uma vez a pergunta que não quer calar: Como assim? Porque uma pessoa diz querer adotar uma criança e a maltrata? Porque essa mulher foi tão perversa com um ser que não consegue se defender? E essa criança, já tão cheia de marcas por ter sido abandonada pela mãe biológica, agora carrega mais feridas (emocionais e físicas) pelos maus tratos sofridos!

Eu te convido, mais uma vez querido irmão, a orar! Porque é o que podemos fazer nesse momento. Interceder por essa menina e por tantas outras crianças que têm sido alvo de violências físicas, verbais, emocionais, espirituais. Pensemos bem, pois elas são os adultos de amanhã. E não queremos outros delinqüentes nas nossas ruas, certo? Queremos crianças sadias e restauradas para a glória do Senhor!

Informações do jornal O Globo.
fOTO: Criança que foi agredida.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Histórias que chocam...

No mês em que dedicamos atenção especial às mães, o Brasil assistiu, estarrecido, dois casos envolvendo mulheres e maternidade! Um, relativo às mães que tiveram seus bebês trocados em um hospital em Goiânia e outro sobre a promotora acusada de espancar uma menina de 2 anos, que ela pretendia adotar.

Hoje vou falar sobre os bebês trocados e, amanhã, sobre o caso da promotora. Mas, ressalto que ambos os casos me fizeram chorar. Crianças sempre mexem com o meu coração, quando são agredidas, então... Impossível não sentir a dor. E, nos dois casos, a agressão é dolorosa.

Os resultados dos exames de DNA, que saíram na sexta-feira (30/4), confirmam que a dona de casa Elaine Gomes de Oliveira, de 28 anos, e a vendedora Keila Celina dos Santos Fagundes, de 22, tiveram os filhos trocados logo depois do parto, em março de 2009, no berçário do Hospital Santa Lúcia, em Goiânia (GO). As mães destrocaram as crianças nesta segunda-feira (3/5), sob muita comoção.

O marido de uma das mulheres chegou a desconfiar de traição por achar o filho diferente. Um ano depois e solteira, ela fez um exame de DNA e comprovou que também não era mãe da criança. As famílias terão apoio psicológico do Juizado e pretendem manter vínculo afetivo com as crianças.

Em menos de um ano, já é a segunda vez que o hospital é acusado do mesmo erro. A enfermeira que trocou duas recém-nascidas em 2008 é suspeita de ser a responsável neste caso. Na época, Rosemar Correia da Silva foi indiciada por substituição de bebês, mas continuou a trabalhar na unidade e estava de plantão no dia do nascimento dos meninos, três meses depois.

Como assim? Essa é a pergunta que não quer calar! Assisti no Mais Você, programa da Ana Maria Braga, essas famílias desmanteladas. Um ano é muito tempo, gente! Em um ano eu amo meu filho, o aperto e aqueço nos meus braços, amamento. E, da noite para o dia, olho para o seu rostinho e ele já não é mais meu...

Dolorosa história!

Não tenho o que dizer, só peço para que oremos por essas famílias! Pois não consegui conter as lágrimas diante do sofrimento daquelas mulheres. Que Deus console seus corações!

Paz,

Ana Cleide.

domingo, 9 de maio de 2010

Feliz Dia das Mães!

O Vídeo abaixo dispensa comentários e apresentações... Essa mensagem de carinho é uma homenagem do 'Coisas dos Altos Céus' para todas as mamães e, em especial, para a minha.

"Bendito aquele dia (31 de maio) em que eu nasci de você. Louvado seja Deus porque você é minha mãe"

sábado, 8 de maio de 2010

Mãe: Para Sempre!

Hoje quero falar para todos os filhos que não têm mais ao seu lado suas mães... Acredito ser uma data difícil e que, para muitos, é angustiante. Nós sabemos que é comercial, mas mesmo assim nos envolvemos. E para os filhos que perderam as suas mães é um dia, realmente, doloroso.
Sei disso porque convivo com pessoas que já não têm mais o colo de suas genitoras para os acalentar. E nós, mesmo adultos, precisamos delas. Aqui em casa não temos o hábio de comemorar essas datas (Dia da Mães, Dia dos Pias), pois entendemos que todos os dias devemos honrar os nossos pais. Afinal, é mandamento!
O fato de não comemorarmos, não significa dizer que odiamos a data e ela passa sem que eu abrace a minha mãe ou o meu pai (no dito Dia dos Pais). O que quero dizer é que não damos tanto valor a essa comemoração comercial.
Eu sempre admirei os meus pais pelo cariho e dedicação que sempre dedicaram às suas mães. Minha avó materna ainda é viva, mas minha avó paterna já faleceu. E eu lembro que no dia em que foi sepultada, meu pai chorou muito! Que dor!
Naquele mesmo dia eu recitei um poeminha que aprendi no colégio. Não o recitei para meu pai, nem para ninguém, mas para Deus. No momento que o meu pai seguia com miha mãe para o velório, esses versos brotaram do meu coração, e quero compartilhá-los com vocês.
Mas, antes disso, quero dizer aos que não têm mais suas mães, que elas não morrem nunca. Afinal, o que de melhor nos passaram, transmitimos à outras pessoas e para os filhos. São ensinamentos preciosos demais e jamais nos esquecemos deles.
Abaixo, o poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado PARA SEMPRE!

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
mãe não tem limite,
é tempo sem hora,

luz que não apaga quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece

com o que é breve e passa

sem deixar vestígio.

Mãe, na sua graça,

é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo-
de tirá-la um dia?
Fôsse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Ainda sobre mães...





Oi, peoples!

Quantas mulheres sonham em ter um filho e não conseguem? Perdem (abortos espontâneos), sofrem com a esterilidade, ou simplesmente não conseguem engravidar. Existem aquelas, ainda, que na imaturidade, abortam e sofrem para o resto de suas vidas as dores dessa decisão impensada num momento de desespero juvenil!

Eu conheço algumas guerreiras como a Ana do comercial da Renner. Poderia citar muitas delas, mas acredito que, assim como eu, vocês também já tiveram a oporunidade de conviver com pessoas que efrentaram esse desafio. Vou citar algumas, ok? Duas dessas, muito conhecidas por nós, as cantoras e pastoras Ana Paula Valadão e Fernanda Brum.

Essas duas guerreiras de Deus sofreram com abortos espontâneos, incontáveis idas aos médicos e seus diagnósticos de uma possível esterilidade, e todas as coisas que fariam com que muitas desistissem. Mas elas, assim como a Ana (do comercial da Renner), continuaram tentando e acreditando que o Médico dos Médicos poderia resolver. E Ele fez!

Hoje elas são alegres mães de Isaques (seus primogênitos, promessas de Deus para suas vidas) e Deus não as abençoou só com os Isaques, mas acrescentou mais flechas às suas aljavas. Para a Ana Paula, deu o Benjamin e para a Fernanda, a bela Laura. Coisas que só um Pai maravilhoso, Médico dos Médicos e Senhor pode fazer por uma mulher que anseia ter em seus braços um bebê.

Conheço, também, outras guerreiras que não desistiram: Minha prima Angélica Paula, que perdeu seu primeiro bebê, mas hoje é mãe da linda Letícia; E a Cris, minha cunhada, que também teve um aborto espontâneo na sua primeira gravidez e, há 15 dias, segura em seus braços a sua Sarah, uma princesa do Senhor!

E à essas belas mamães, que não desistiram e receberam de Deus as suas ‘flechas afiadas’, os meus parabéns! Um dia eu vou fazer parte desse time! Aleluiasssss! E para aquelas que ainda estão lutando para gerar um bebê, especialmente minha amiga Cristiane Marvilla, vai uma palavra de incentivo: Não desista! Deus fará!
Ele fez isso com Ana, não a do comercial, mas a da Bíblia, mãe do profeta Samuel; Fez com Raquel, que gerou José e Benjamin e com Sarah, que gerou Isaque. Ele ainda faz, vimos isso nos exemplos que eu dei. Deus faz com que a mulher estéril viva em família e seja alegre mãe de filhos. (Salmo 113:9)

Quem sabe se, no próximo ano, você que está lendo esse blog e deseja ser mãe, não esteja no rol das alegres mães de filhos?!

Beijos,

Ana.


FOTOS: Mamães de primeira viagem: Angélica Paula e Cris Penna, com suas Letícia e Sarah!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A ordem é: Continuar sonhando...

Nessa época do ano é comum assistirmos comerciais que exaltam a maternidade. Encartes de lojas ilustram belas mamães sorridentes, com seus bebês no colo. E uma infinidade de imagens, com apelo para o ‘Dia das Mães” nos são apresentadas.

Mas esse ano um comercial, em especial, chamou muito a minha atenção. Vou descrevê-lo: Uma moça vai ao médico e, enquanto o aguarda dizer se está grávida ou não, sua mente viaja por todas as fases da vida do “seu filho”.

Quando volta a realidade, o médico diz:

- Ana, ainda não foi dessa vez.

E ela, como o resultado ‘negativo’ nas mãos, responde:

- Mas eu não vou desistir...

Lindoooooooo!

Adoreiiiii!

É isso aí, meninas! Assim como a Ana, que coincidência esse nome, né? Mas, como ia dizendo, assim como ela, devemos continuar tentando, não vamos desistir, ok?Vou deixá-los com o vídeo desse comercial e, amanhã, vou postar sobre outras ‘Anas’ que continuaram tentando, não desistiram e venceram...



quarta-feira, 5 de maio de 2010

Ser ou não ser mãe? - Uma decisão!

O dia das mães se aproxima e, mesmo sabendo que é uma data comercial, ficamos tocadas, queremos estar juntos de nossas mães, presenteá-las. Essas coisas de filhas que ainda são só filhas, não se tornaram mães... Rapazes, o blog esta semana está bem maternal, ok?! (risos)

Eu tenho um grande sonho de ser mãe, e todos os que convivem comigo sabem disso. Mas, pretendo esperar mais um pouquinho. Apesar do reloginho biológico já estar dando mostras de que o tempo é esse... Eu gosto de crianças e sonho com o rostinho da minha. Ai, ai...

Bom, mas o que realmente quero falar hoje é de uma situação que me chocou muio! Aliás, algumas mulheres conseguem me chocar quando o assunto é maternidade. Ou, qual a menina que nunca brincou de boneca ‘fazendo de conta’ que era sua filhinha? Todas, né? Ou pelo menos 99%. Na minha infância isso era muito natural.

Ontem eu estava na academia e conversava com outras pessoas (todas mães) sobre a questão da maternidade. Aí uma moça que não tem filhos, quando indagada sobre essa questão falou tantas coisas ruins relacionadas ao ‘ser mãe’, que nos deixou boquiabertas.

Eis suas frases:

- Eu não gostos de crianças e nunca quero ter filhos.

- Deus me livre ter filhos!

- Já pensou ter um filho e ele se meter em confusão e eu ter que ir parar na Delegacia?

- Minha casa é arrumadinha e eu não quero saber de criança fazendo sujeira!

- Meus sobrinhos nem freqüentam a minha casa.


E por aí vai, gente! Um horror! Ela falou todas essas coisas, e muitas outras, num tom de raiva. Parecia que estava brigando com a gente. Uma coisa terrível! Fiquei, aliás, ficamos, perplexas. Não só pelo que foi dito, mas pela maneira como foi dito. Como uma menina nova, cheia de vida pode ser tão amarga?

Só lamento por essa moça. Afinal, de tudo o que já ouvi sobre ser mãe e de tudo o que senti da experiência maravilhosa de ser filha de uma mãe especial como a minha, a maternidade é algo tremendamente belo. Coisas de um Pai que nos ama como mãe.

Enfim, a conclusão que cheguei mais tarde, quando refletia sobre o assunto, é que uma pessoa dessas não deve, realmente, ter filhos. É melhor seguir sua vida, sem se responsabilizar por outra. Afinal, se ela falou tudo isso, é porque sente. Pois a boca fala do que está cheio o coração. (Lucas 6:45). E tanto rancor no coração não pode fazer bem para uma criança. É melhor que ela não gere.

Mas para aquelas mulheres que ainda não são mães, mas não desistiram desse projeto, amanhã eu vou postar algo muito especial.

Beijos,

Ana.